Pautas
As Modernetes By Danielle Almeida e Wiliana Queiroz. Tecnologia do Blogger.
Meninas, eu estava a procurar uma história de amor entre mãe e filho(a) que pudesse compartilhar com vocês neste dia das mães, e fazer uma homenagem a este sentimento tão mágico. Conversando com uma amiga da pós-graduação, tive a oportunidade e alegria de conhecer a história de Cristiana Guerra. Simplesmente me ecantei pelos textos cheios de vida , foi amor a primeira vista.

Então, para homenagear a força e magnitude deste amor maior que é o sentimento de ser mãe, o Papo Moderno tem a honra de receber Cristiana Guerra (foto), uma publicitária mineira, que tem sua história dividida, ou melhor, entrelaçada por dois sentimentos opostos, instensos e simultâneos, a chegada de seu novo amor, seu filho Francisco, e a perda de seu grande amor, Gui, o pai de Francisco. Duas experiências extremamente fortes que são contadas por ela mesma em seu blog parafrancisco.blogspot.com.
Confiram a entrevista:
As Modernetes: Diante desta experiência marcante de ser mãe, e da dor de conviver com a ausência do seu grande amor, como e quando surgiu a ideia de escrever e compartilhar sentimentos tão intensos para o mundo?
Cris Guerra: Desde que o Gui faleceu, comecei a escrever. E depois que o Francisco nasceu, continuei escrevendo para dar conta da dor e da alegria, para que uma emoção não engolisse a outra. Era necessário dar a cada uma delas o seu lugar. Um dia, entendi que era principalmente para o Francisco que eu precisava falar. Então comecei a escrever o blog como um registro. Eu ia escrevendo e guardando virtualmente, muito mais pela facilidade de escrever naquele espaço que eu poderia acessar de onde quer que eu estivesse. Se por acaso alguém quisesse ler, ótimo. Escrever num espaço público também tinha o sentido de desabafo, de gritar a minha dor. Eu queria falar para o Francisco mas também queria falar comigo mesma. Queria falar sobre o pai dele, sobre mim, sobre o que eu tinha vivido e sobre o que eu sentia. Eu já tinha perdido mãe e pai e sabia que, por uma questão de sobrevivência, as lembranças frescas do Gui iriam me fugir. Achei injusto com o Francisco e comigo que as lembranças se perdessem com o tempo. Como as pessoas começaram a ler, o blog se tornou um compromisso diário. Foi ficando cada vez mais importante falar e a publicação do blog era uma forma de ter a disciplina e não parar de escrever. Nesse sentido, principalmente, sou muito grata aos leitores. Fui escrevendo e as coisas não paravam de vir. À medida que escrevia, enxergava melhor as coisas. E a força vinha do próprio ato. Escrever me deixou mais forte.
As Modernetes: Quem conhece sua história sabe que você vivênciou várias perdas, a de sua mãe, de seu pai e do amor de sua vida. Estas experiências te fazem uma mãe super-protetora ou isso se reflete de outra forma na vida do Francisco?
Cris Guerra: Sempre fui muito independente, tanto antes quanto depois de perder meus pais. Minha mãe, apesar de muito carinhosa e presente, me educou pra me virar sozinha. Ainda bem, pois ela foi embora muito cedo. Antes de ter o Francisco, já sem os meus pais, tive dois abortos naturais no meu primeiro casamento e sofri muito com isso. Passei a achar que ser mãe não era para mim. Então a vinda do meu primeiro filho aos 36 anos, do meu relacionamento com o Gui, me trazia a sensação de que eu teria uma relação até sufocante com ele, de tanto zelo e proteção.
Nos primeiros meses de gravidez eu tinha muito medo de perder o bebê e, lógico, imaginava que seria uma mãe superprotetora. Fui excessivamente cuidadosa com a gravidez, não usava salto, não fumava, não bebia, a barriga era a coisa mais importante do mundo. Quem poderia imaginar que eu iria perder justo o pai do bebê, antes mesmo que ele nascesse.
Diante dessa surpresa, tive que pensar em mim. Muito rapidamente eu entendi que não podia fazer do Francisco o substituto do pai dele, não poderia me apegar ao meu filho como a um marido. Então somos supercompanheiros, sim, mas estou longe de sufocá-lo. Sou muito serena e tenho uma relativa presença de espírito nas horas de pequenos apuros, o que me surpreende. Acho que a situação me ensinou a ser assim, mesmo porque preciso pensar em mim também, preciso me manter inteira. É importante eu me divertir, trabalhar, namorar, estar feliz pra poder dar o melhor de mim para o Francisco. O resultado é uma mãe que não fica chateada nem se sente culpada quando não participa de alguns momentos importantes do filho. Acho que ele estava com a babá quando deu o primeiro passo. Mas os primeiros passos dele diante de mim foram os primeiros para mim – e não tem como não ser emocionante.
.
Não me entristeço por ter perdido algumas coisas, pois sei que terei muitas outras. Eu me importo mais em saber que ele está feliz, saudável, do que em estar participando de todos os momentos como uma supermãe. Não me cobro tanto, não exijo de mim uma disposição absurda pra brincar ou dar atenção. Gosto é de existir ao lado dele. No fim de semana muitas vezes passamos horas juntos, ele brincando, eu no computador, um escutando a voz do outro, a música tocando.
As Modernetes: Diante desta experiência marcante de ser mãe, e da dor de conviver com a ausência do seu grande amor, como e quando surgiu a ideia de escrever e compartilhar sentimentos tão intensos para o mundo?
Cris Guerra: Desde que o Gui faleceu, comecei a escrever. E depois que o Francisco nasceu, continuei escrevendo para dar conta da dor e da alegria, para que uma emoção não engolisse a outra. Era necessário dar a cada uma delas o seu lugar. Um dia, entendi que era principalmente para o Francisco que eu precisava falar. Então comecei a escrever o blog como um registro. Eu ia escrevendo e guardando virtualmente, muito mais pela facilidade de escrever naquele espaço que eu poderia acessar de onde quer que eu estivesse. Se por acaso alguém quisesse ler, ótimo. Escrever num espaço público também tinha o sentido de desabafo, de gritar a minha dor. Eu queria falar para o Francisco mas também queria falar comigo mesma. Queria falar sobre o pai dele, sobre mim, sobre o que eu tinha vivido e sobre o que eu sentia. Eu já tinha perdido mãe e pai e sabia que, por uma questão de sobrevivência, as lembranças frescas do Gui iriam me fugir. Achei injusto com o Francisco e comigo que as lembranças se perdessem com o tempo. Como as pessoas começaram a ler, o blog se tornou um compromisso diário. Foi ficando cada vez mais importante falar e a publicação do blog era uma forma de ter a disciplina e não parar de escrever. Nesse sentido, principalmente, sou muito grata aos leitores. Fui escrevendo e as coisas não paravam de vir. À medida que escrevia, enxergava melhor as coisas. E a força vinha do próprio ato. Escrever me deixou mais forte.
As Modernetes: Quem conhece sua história sabe que você vivênciou várias perdas, a de sua mãe, de seu pai e do amor de sua vida. Estas experiências te fazem uma mãe super-protetora ou isso se reflete de outra forma na vida do Francisco?
Cris Guerra: Sempre fui muito independente, tanto antes quanto depois de perder meus pais. Minha mãe, apesar de muito carinhosa e presente, me educou pra me virar sozinha. Ainda bem, pois ela foi embora muito cedo. Antes de ter o Francisco, já sem os meus pais, tive dois abortos naturais no meu primeiro casamento e sofri muito com isso. Passei a achar que ser mãe não era para mim. Então a vinda do meu primeiro filho aos 36 anos, do meu relacionamento com o Gui, me trazia a sensação de que eu teria uma relação até sufocante com ele, de tanto zelo e proteção.
Nos primeiros meses de gravidez eu tinha muito medo de perder o bebê e, lógico, imaginava que seria uma mãe superprotetora. Fui excessivamente cuidadosa com a gravidez, não usava salto, não fumava, não bebia, a barriga era a coisa mais importante do mundo. Quem poderia imaginar que eu iria perder justo o pai do bebê, antes mesmo que ele nascesse.
Diante dessa surpresa, tive que pensar em mim. Muito rapidamente eu entendi que não podia fazer do Francisco o substituto do pai dele, não poderia me apegar ao meu filho como a um marido. Então somos supercompanheiros, sim, mas estou longe de sufocá-lo. Sou muito serena e tenho uma relativa presença de espírito nas horas de pequenos apuros, o que me surpreende. Acho que a situação me ensinou a ser assim, mesmo porque preciso pensar em mim também, preciso me manter inteira. É importante eu me divertir, trabalhar, namorar, estar feliz pra poder dar o melhor de mim para o Francisco. O resultado é uma mãe que não fica chateada nem se sente culpada quando não participa de alguns momentos importantes do filho. Acho que ele estava com a babá quando deu o primeiro passo. Mas os primeiros passos dele diante de mim foram os primeiros para mim – e não tem como não ser emocionante.
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Não me entristeço por ter perdido algumas coisas, pois sei que terei muitas outras. Eu me importo mais em saber que ele está feliz, saudável, do que em estar participando de todos os momentos como uma supermãe. Não me cobro tanto, não exijo de mim uma disposição absurda pra brincar ou dar atenção. Gosto é de existir ao lado dele. No fim de semana muitas vezes passamos horas juntos, ele brincando, eu no computador, um escutando a voz do outro, a música tocando. Ele gosta da casa dele, como eu. Temos nossas brincadeiras, nosso carinho, nossos momentos, sei que ele se sente amado e é feliz. Muitas vezes penso que, se o Gui ainda estivesse aqui, talvez eu me apegasse demais ao Francisco, talvez isso até atrapalhasse a nossa relação. Sei que ser mãe nessas circunstâncias é diferente, me trouxe mais amadurecimento e alerta para estar atenta às coisas essenciais da vida. Acho que, ao contrário de muitas mulheres que tiveram seus filhos com o marido ao lado, eu me permiti ser mais livre – porque era uma questão de sobrevivência pensar em mim.
As Modernetes: Quando decidiu falar para Francisco, o blog acabou repercutindo para milhões de pessoas. Em algum momento teve medo da super-exposição da sua vida e intimidade?
Cris Guerra: Eu não pensei no que estava fazendo, eu simplesmente fiz. Porque era preciso e foi se tornando cada vez mais libertador, cada vez mais a minha cura.
No começo, não tive medo porque eu era a Pequena, uma ilustre desconhecida. Mas eu não sabia para quantas pessoas eu estava falando, não tinha ideia de que a história pudesse atingir tantas pessoas em tão pouco tempo. Na verdade, eu estava tocando em questões muito universais: o amor, as perdas, a maternidade, a viuvez, as memórias, passado e futuro. Questões que fazem parte da vida de todo mundo. Por isso o blog e o livro geram tanto interesse. Depois fiquei mais comedida em algumas coisas, mas o que eu já tinha dito estava lá. Não me arrependo, acho que eu tinha que fazer isso. Fiz sem pensar, foi um impulso que me curou também.
As Modernetes: Passeando por seus textos, é encantador a sua alegria e determinação ao falar de recomeço, de ser feliz, de vida e de amor. Ao que você atribui este desejo de superação? Como se sente ao saber que transcrevendo momentos de dor e alegria simultaneamente, passa exemplo de força e determinação para milhões de mulheres, mães, homens, seus leitores em geral?
Cris Guerra: Acho que quando a gente já viveu muitas perdas, aprende a valorizar o que tem de uma forma especial. A alegria é um exercício desse olhar. A vida é muito bonita. Merece alegria e intensidade. Até porque não dura muito, porque é rápida, porque é pra quem sabe ver e viver. Na tristeza, eu escrevo, ouço música triste, desabafo. Mas, sempre, e principalmente, tento rir de mim mesma. Humor é a maior arma que a gente pode ter. E o maior remédio também.
A forma que escolhi para fazer o relato teve essa consequência. Era um desabafo para o mundo, uma forma de compartilhar a minha dor. E a dor, quando compartilhada, se dissolve, fica mais leve, deixa a gente mais leve. Saber que assim pude fazer bem a alguém foi uma forma de fazer algo bonito com a dor. Foi o início da cura.
As Modernetes: Como é ser mãe e pai ao mesmo tempo? Que conselho você dá para mulheres que vivem uma situação semelhante?
Cris Guerra: É difícil, mas também é maravilhoso. A gente se sente sozinha, mas também se sente forte. E o amor por um filho nos rejuvenesce, nos traz uma garra de leoa, é impressionante. É uma briga boa, prazerosa, porque tem o estímulo de acordar todos os dias e ver os olhos doces dele. Não tem como se sentir infeliz. É claro que envolve algumas frustrações. O Francisco entrou na escola agora e convivo com os pais das outras crianças, em geral são casais que vão lá juntos, e isso às vezes dói. A gente não gosta de ser diferente. Mas ele não é o primeiro nem vai ser o último a sentir isso e conheço muitos filhos de pais-mães ou mães-pais que são pessoas legais e bem resolvidas. Minha mãe era uma delas, pois meu avô morreu quando minha avó estava com 2 meses de gravidez e com duas filhas, uma de um ano e outra de dois. Filhos de pais que vivem um casamento ruim provavelmente sofrem o que o Francisco não sofre. Sou uma mãe viúva, mas sou feliz, namoro, vou me casar de novo, tenho amigos, saio pra me divertir. E isso faz bem a ele, sem dúvida. Minha convivência com ele tem momentos de cansaço ou falta de paciência, mas é noventa por cento do tempo amorosa, divertida, emocionante e doce.
Meu conselho é este: não olhar para sua vida como sendo diferente porque você tem um filho sozinha. Eu acho que sofri muito, mas hoje vejo como um privilégio ter vivido isso. A vinda do Francisco me fez crescer, descobrir que sou capaz de muito mais, profissional e pessoalmente. As circunstâncias me fizeram descobrir que tenho talento para escrever, entre outras coisas. E esse foi um presente que não tem preço.
É difícil, sim. Já chorei, reclamei, sofri muitas vezes por isso. Mas hoje eu olho para trás e sinto que sou uma pessoa muito melhor e mais feliz.
As Modernetes: E assim, finalizo a entrevista, desejando que este dia tão especial, o dia das mães, seja repleto de amor, respeito e carinho para todas as mamães do mundo. E meninas, me permitam deixar aqui um beijo enorme para minha mãe maravilhosa, Nazinha, que amo demais. A Dani também deixa um big beijo para a mamãe dela, a queridíssima Nilma, assim elas não ficam enciumadas srsrs.
Cris Guerra: Eu não pensei no que estava fazendo, eu simplesmente fiz. Porque era preciso e foi se tornando cada vez mais libertador, cada vez mais a minha cura.
No começo, não tive medo porque eu era a Pequena, uma ilustre desconhecida. Mas eu não sabia para quantas pessoas eu estava falando, não tinha ideia de que a história pudesse atingir tantas pessoas em tão pouco tempo. Na verdade, eu estava tocando em questões muito universais: o amor, as perdas, a maternidade, a viuvez, as memórias, passado e futuro. Questões que fazem parte da vida de todo mundo. Por isso o blog e o livro geram tanto interesse. Depois fiquei mais comedida em algumas coisas, mas o que eu já tinha dito estava lá. Não me arrependo, acho que eu tinha que fazer isso. Fiz sem pensar, foi um impulso que me curou também.
As Modernetes: Passeando por seus textos, é encantador a sua alegria e determinação ao falar de recomeço, de ser feliz, de vida e de amor. Ao que você atribui este desejo de superação? Como se sente ao saber que transcrevendo momentos de dor e alegria simultaneamente, passa exemplo de força e determinação para milhões de mulheres, mães, homens, seus leitores em geral?
Cris Guerra: Acho que quando a gente já viveu muitas perdas, aprende a valorizar o que tem de uma forma especial. A alegria é um exercício desse olhar. A vida é muito bonita. Merece alegria e intensidade. Até porque não dura muito, porque é rápida, porque é pra quem sabe ver e viver. Na tristeza, eu escrevo, ouço música triste, desabafo. Mas, sempre, e principalmente, tento rir de mim mesma. Humor é a maior arma que a gente pode ter. E o maior remédio também.
A forma que escolhi para fazer o relato teve essa consequência. Era um desabafo para o mundo, uma forma de compartilhar a minha dor. E a dor, quando compartilhada, se dissolve, fica mais leve, deixa a gente mais leve. Saber que assim pude fazer bem a alguém foi uma forma de fazer algo bonito com a dor. Foi o início da cura.
As Modernetes: Como é ser mãe e pai ao mesmo tempo? Que conselho você dá para mulheres que vivem uma situação semelhante?
Cris Guerra: É difícil, mas também é maravilhoso. A gente se sente sozinha, mas também se sente forte. E o amor por um filho nos rejuvenesce, nos traz uma garra de leoa, é impressionante. É uma briga boa, prazerosa, porque tem o estímulo de acordar todos os dias e ver os olhos doces dele. Não tem como se sentir infeliz. É claro que envolve algumas frustrações. O Francisco entrou na escola agora e convivo com os pais das outras crianças, em geral são casais que vão lá juntos, e isso às vezes dói. A gente não gosta de ser diferente. Mas ele não é o primeiro nem vai ser o último a sentir isso e conheço muitos filhos de pais-mães ou mães-pais que são pessoas legais e bem resolvidas. Minha mãe era uma delas, pois meu avô morreu quando minha avó estava com 2 meses de gravidez e com duas filhas, uma de um ano e outra de dois. Filhos de pais que vivem um casamento ruim provavelmente sofrem o que o Francisco não sofre. Sou uma mãe viúva, mas sou feliz, namoro, vou me casar de novo, tenho amigos, saio pra me divertir. E isso faz bem a ele, sem dúvida. Minha convivência com ele tem momentos de cansaço ou falta de paciência, mas é noventa por cento do tempo amorosa, divertida, emocionante e doce.
Meu conselho é este: não olhar para sua vida como sendo diferente porque você tem um filho sozinha. Eu acho que sofri muito, mas hoje vejo como um privilégio ter vivido isso. A vinda do Francisco me fez crescer, descobrir que sou capaz de muito mais, profissional e pessoalmente. As circunstâncias me fizeram descobrir que tenho talento para escrever, entre outras coisas. E esse foi um presente que não tem preço.
É difícil, sim. Já chorei, reclamei, sofri muitas vezes por isso. Mas hoje eu olho para trás e sinto que sou uma pessoa muito melhor e mais feliz.
As Modernetes: E assim, finalizo a entrevista, desejando que este dia tão especial, o dia das mães, seja repleto de amor, respeito e carinho para todas as mamães do mundo. E meninas, me permitam deixar aqui um beijo enorme para minha mãe maravilhosa, Nazinha, que amo demais. A Dani também deixa um big beijo para a mamãe dela, a queridíssima Nilma, assim elas não ficam enciumadas srsrs.
Cris, agradeço de coração sua atenção e todo o carinho que teve com @AsModernetes. Super beijo para você e para Francisco.
Para quem quiser conhecer melhor a história de vida de Cristiana Guerra, o blog para Francisco se transformou em livro, que tem o mesmo título. Delicado, verdadeiro, denso "Para Francisco" é mais do que uma história de amor e superação. Meninas, vale muito conferir.
O livro:

"Movido pelo amor e pela falta, movido pelo sonho de transformar e eternizar. Movido por você, que me lê. Foi o trabalho mais amoroso que já fiz na vida. Para comprar o seu, clique no livro." (Cristiana Guerra)
Bom, e para as Modernetes quem curtem conhecer marcas, cortes, cores e formas diferentes de se vestir, Cris também assina o hojevouassim.blogspot.com.
Para quem quiser conhecer melhor a história de vida de Cristiana Guerra, o blog para Francisco se transformou em livro, que tem o mesmo título. Delicado, verdadeiro, denso "Para Francisco" é mais do que uma história de amor e superação. Meninas, vale muito conferir.
O livro:

"Movido pelo amor e pela falta, movido pelo sonho de transformar e eternizar. Movido por você, que me lê. Foi o trabalho mais amoroso que já fiz na vida. Para comprar o seu, clique no livro." (Cristiana Guerra)
Bom, e para as Modernetes quem curtem conhecer marcas, cortes, cores e formas diferentes de se vestir, Cris também assina o hojevouassim.blogspot.com.
Hoje vou assim, é um blog onde Cris mostra peças e combinações das mais variadas marcas que usa no dia-a-dia e envolvem seu estilo de ser.
As modernetes estão sempre fazendo uma visitinha por lá e anotando todas as novidades, visitem hojevouassim.blogspot.com e aproveitem as dicas. Sigam também no Twitter @hojevouassim.
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4 MODERNETES COMENTARAM:
Foi uma alegria muito grande conhecer a história da Cris Guerra e ter tido a oportunidade de entrevistá-la. Pena ter sido de forma virtual, queria poder ter conversado pessoalmente. Quando ela vier a Fortaleza, quem sabe, seria ótimo. Bom, sei que a perda é algo que certamente nos faz chorar, entristecer e duvidar muitas vezes do amanhã. Mas, são exemplos como o de Cris, que me fazem crer que o amor fortalece, nos possibilita a renovação, o desejo de nos tornar pessoas melhores diante dos contratempos que a vida nos impõe.
Agradeço mais uma vez Cris, por todo seu carinho e atenção com @AsModernetes. Super beijo e Feliz dia das Mães para todas as mamães do mundo.
Olá Dani e Williani.
Que reportagem linda e tocante.
Cris desejo a você neste dia das mães muita sabedoria para criar o seu filho.
Muito lindo o Blog Dani!!!
Parabéns!!! Beijao
Jovana Frota
Linda história, achei muito tocante a força e superação
Mãe é mãe!!!
amei o Blog
beijos
Estou adorando o blog...muito interessante a entrevista da Cris.
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